sábado, 15 de dezembro de 2018
sábado, 10 de março de 2018
De dia amantes
Como luz na escuridão
Dias nas minhas noites
A qualquer momento, meu sol de verão
De Madison, as pontes
Feito estrela na imensidão
Brilho do meu olhar
Rima da canção
Muito a representar
Alma imoral de meu corpo antes acomodado
Minha transgressão
Faz meu corpo transcender
Para preservar a evolução
15 de julho de 2011
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
A forma da água ou La forma del Toro
Não importa a forma de seus bens
A forma que vale é o quanto faz o bem
A forma que vale é o quanto faz o bem
Não importa a forma como se expressa
A forma de seu sentir é sua verdadeira expressão
A forma de seu sentir é sua verdadeira expressão
A forma de sua silhueta não faz diferença
É especial pela forma como dança a cada movimento
É especial pela forma como dança a cada movimento
Não é sua forma que torna você mais ou menos gente,
mas sim os contornos que fazem você ser humano
mas sim os contornos que fazem você ser humano
A forma como pensa é mais rica quando acompanhada da forma como age.
sexta-feira, 22 de julho de 2016
As palavras brincam com José Paulo Paes
90 anos de José Paulo Paes. Ouça o podcast com os especialistas em Literatura e estudiosos da obra do poeta, Ésio Macedo Ribeiro e Marcos Pasche. No áudio, você curte ainda poemas musicados por Madan. Essa homenagem a José Paulo Paes está aqui:
PALAVRAS EM FESTA
Que bom que o aniversário do poeta cai em julho,
antes que as aulas interrompam as férias.
Assim dá para os poemas brincarem com as palavras
e a poesia chega puxando letra por letra. Nenhuma fica de fora.
De Paes para filhos,
a brincadeira acontece a qualquer hora.
Que bom que o aniversário do poeta cai em julho,
antes que as aulas interrompam as férias.
Assim dá para os poemas brincarem com as palavras
e a poesia chega puxando letra por letra. Nenhuma fica de fora.
De Paes para filhos,
a brincadeira acontece a qualquer hora.
Os relógios acertam os ponteiros,
que apenas marcam um número depois do outro,
sem tempo pro tempo acabar.
Há tempos, o hoje é apenas “o ontem de amanhã ou o amanhã do ontem”.
Dos 9 aos 90 é hora de dar vida às palavras.
Na poesia, elas estão sempre novas e reinventadas.
que apenas marcam um número depois do outro,
sem tempo pro tempo acabar.
Há tempos, o hoje é apenas “o ontem de amanhã ou o amanhã do ontem”.
Dos 9 aos 90 é hora de dar vida às palavras.
Na poesia, elas estão sempre novas e reinventadas.
Lá de cima de um “algodão que chove”,
José Paulo Paes chama o amigo Madan
que faz frases se equilibrarem nas cordas de seu violão.
Agora ri melhor quem ri primeiro.
Como o sapo que veio dar um sopapo na sopa,
que era de letrinhas;
Esse sapo era bom de papo e novas palavras criou para declarar:
Paes na terra e, de preferência, descalço, para com as palavras brincar.
José Paulo Paes chama o amigo Madan
que faz frases se equilibrarem nas cordas de seu violão.
Agora ri melhor quem ri primeiro.
Como o sapo que veio dar um sopapo na sopa,
que era de letrinhas;
Esse sapo era bom de papo e novas palavras criou para declarar:
Paes na terra e, de preferência, descalço, para com as palavras brincar.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
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